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	<title>HCTV &#187; Ginecologia</title>
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	<description>Conhecimento traz saúde - TV do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - HC-FMUSP</description>
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		<title>Reciclagem em Ginecologia baseada em evidências</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 11:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece no HC]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Anticoncepção]]></category>
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		<description><![CDATA[O evento acontecerá no Centro de Convenções Rebouças, à Av. Rebouças, 600 – Cerqueira Cesar. Mais informações pelo e-mail: eventosginecologia@hcnet.usp.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontram-se abertas as inscrições para o curso: Reciclagem em Ginecologia Baseada em Evidências que a Disciplina de Ginecologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, promoverá em São Paulo.</p>
<p>De acordo com programação, serão abordados, em quatro módulos, os temas: Anticoncepção em situações especiais (14/08), Uroginecologia e defeitos do assoalho pélvico (18/09), Infecções Genitais (16/10) e Ginecologia Endócrina, Infertilidade e Menopausa (11/12).</p>
<p>O evento acontecerá no Centro de Convenções Rebouças, à Av. Rebouças, 600 – Cerqueira Cesar. Mais informações pelo e-mail: eventosginecologia@hcnet.usp.br</p>
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		<title>Uma em cada seis gestantes, atendidas no HC, tem mais de 35 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 23:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece no HC]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Obstetrícia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na década de 70, taxa era de uma em cada 20. Especialista do Hospital das Clínicas diz que é necessário cuidado redobrado no pré-natal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada seis gestantes atendidas, atualmente, no Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria Estadual de Saúde, uma tem mais de 35 anos. Na década de 70, a taxa era de uma a cada 20. O aumento é creditado a uma série de fatores, entre  eles o avanço da medicina e a entrada das mulheres no mercado de trabalho &#8211; o que as levam a adiar o momento de engravidar. “Esse fato é muito frequente e, talvez, se torne ainda mais daqui a alguns anos”, prevê o obstetra Adolfo Liao, do Ambulatório de Obstetrícia do HC.</p>
<p>Após os 35 anos, o organismo é mais sujeito a complicações durante a gravidez, por isso a gestação é tratada com atenção especial e pode trazer riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. “A mãe com idade mais avançada pode ter dificuldades de se adaptar à gravidez, pois há uma sobrecarga no funcionamento do organismo da mulher”, explica o médico.</p>
<p>O obstetra afirma que até 25% das gestações em idade materna avançada resultam em aborto. “Quando uma mulher com 20 anos engravida, a chance de ocorrer um aborto espontâneo é menor”, completa. A taxa de bebês nascidos prematuramente também é mais alta e chega a 15%, devido a complicações como o diabete ou hipertensão. Essas duas doenças podem também afetar a formação e o desenvolvimento da criança. Mães com o diabete mal controlado no início da gestação podem gerar filhos com má formação física, sendo essas, em geral, no coração, no cérebro ou na coluna vertebral.</p>
<p>A complicação genética mais comum, cuja probabilidade é influenciada pela idade da mãe, é a Síndrome de Down. A prevalência em fetos de mães com cerca de 20 anos chega a ser de uma em mil. Já nas mães com 35 anos ou mais essa fração é de uma em cada 350 gestantes. Conforme o aumento da idade, aumenta também o risco. “A chance de uma mulher de 40 anos ter um filho com a doença chega a ser de uma em 70”, completa o obstetra.</p>
<p>Cuidado redobrado</p>
<p>Tendo em vista as complicações que a gestação de uma mãe com idade mais avançada pode ter, o acompanhamento durante o pré-natal deve ser muito mais intenso. “As consultas são mais constantes e os exames mais específicos para esse grupo”, explica o obstetra.</p>
<p>Para o médico, a mãe também deve estar consciente dos riscos antes de engravidar. O diagnóstico de doenças que podem afetar o desenvolvimento saudável do feto, como pressão alta ou diabetes, deve ser realizado antes do início da gestação e o tratamento deve ser feito com remédios que não afetem a formação do feto. “Alguns remédios para controlar a pressão podem induzir à má formação”, exemplifica.</p>
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		<title>HC faz primeira cirurgia ginecológica do Brasil com um único corte de 1,5 cm</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 13:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia ginecológica]]></category>
		<category><![CDATA[Clínica de Ginecologia do HC]]></category>
		<category><![CDATA[Dor pélvica]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Conti Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tubas uterinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes, o procedimento era feito com 3 a 4 incisões cirúrgicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Clínica de Ginecologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, realiza cirurgia minimamente invasiva, pioneira no País. Com uma única incisão de um centímetro e meio no umbigo, os médicos retiraram as duas tubas uterinas da paciente que sofria de dor pélvica e inflamação.</p>
<p>Primeiro procedimento do gênero realizado na América Latina, a nova técnica levou cerca de 30 minutos, entre a entrada na cavidade abdominal e a cirurgia. A paciente recebeu alta em menos de 24 horas e poderá voltar às atividades habituais em até cinco dias. Isso porque o trauma cirúrgico é bem menor em relação às cirurgias tradicionais.</p>
<p>Segundo o ginecologista Sérgio Conti Ribeiro, os procedimentos adotados atualmente requerem de três a quatro incisões e levam até uma hora. A recuperação do paciente é mais demorada: de 7 a 10 dias.</p>
<p>A técnica, chamada de single port (acesso único), consiste na colocação de um portal através de uma incisão de 1,5 cm na cicatriz umbilical. Por essa “porta única” é inserido uma microcâmera com iluminação e duas pinças de 0,5cm utilizadas para a realização do procedimento.</p>
<p>Este tipo de acesso cirúrgico é empregado nos Estados Unidos da América e na Coréia, pelas inúmeras vantagens: menos dor pós-operatória, menos riscos de infecções, menor inflamação, recuperação mais rápida da paciente e o tempo de permanência hospitalar reduzido, sem contar os benefícios estéticos.</p>
<p>Pelas vantagens, o ginecologista Conti Ribeiro acredita que, em breve, o procedimento poderá substituir as antigas técnicas por propiciar uma recuperação mais rápida.</p>
<p>“Muitas doenças que acometem os órgãos ginecológicos, como cistos ovarianos, gestação nas trompas, endometriose e miomas uterinos são passíveis de serem tratadas com o acesso cirúrgico”.</p>
<p>A expectativa dos médicos é que com o aperfeiçoamento do método e capacitação dos cirurgiões seja possível realizar inclusive a histerectomia (retira do útero). “Com uma cirurgia mais minimante invasiva, você debilita menos o doente”, acrescentou.</p>
<p>Outra vantagem diz respeito ao hospital. O método permite redução de custos, economia no tempo de internação e liberação mais rápida de leitos, em benefício de outros pacientes.</p>
<p>A equipe responsável pelo primeiro procedimento no Hospital das Clínicas foi composta pelos médicos: Sergio Conti Ribeiro, Nilton Kawahara E Renata Tormena, sob orientação do Prof. Titular da Ginecologia, Edmund Baracat.</p>
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		<title>Mioma Uterino</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 21:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Da Redação]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Estrógeno]]></category>
		<category><![CDATA[Mioma Uterino]]></category>
		<category><![CDATA[Nilo Bozzini]]></category>
		<category><![CDATA[Progesterona]]></category>
		<category><![CDATA[SARCOMA]]></category>

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		<description><![CDATA[O <em>Prof. Dr. Nilo Bozzini</em> explica que, de 80% a 90% da população feminina mundial terá alguma vez um mioma uterino. Por definição, o mioma é um tumor. Mas não é preciso assustar. Porque o mioma uterino tem caráter benigno.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os médicos especialistas, alguns falam que, em muito baixa proporção, o mioma uterino pode se tornar um sarcoma, que é maligno. Outra corrente defende que as chances disto ocorrer são nulas. Se for pequeno e localizado na cavidade endometrial, local por onde escoa o sangue menstrual, o mioma pode favorecer o aumento do fluxo menstrual, que é a queixa, o sintoma, mais comum do mioma.<br />
Jovens que acabaram de menstruar e mulheres que já estão na menopausa têm muito poucas chances de desenvolver este problema, em função das baixas taxas de estrógeno e progesterona, hormônios femininos cuja ação pode ser causadora dos miomas. O diálogo entre o médico e a paciente é parte muito valiosa para um correto diagnóstico e também orientará o tratamento, que pode ou não ser necessário.</p>
<p>Para saber mais, assista o: <a href="http://www.hctv.com.br/receita-de-saude-mioma-uterino">Receita de Saúde &#8211; Mioma Uterino</a></p>
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