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	<title>HCTV &#187; Urologia</title>
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	<description>Conhecimento traz saúde - TV do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - HC-FMUSP</description>
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		<title>Diagnóstico tardio de câncer pode levar a amputação do pênis</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece no HC]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Crippa]]></category>
		<category><![CDATA[Amputação]]></category>
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		<category><![CDATA[Glande]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital das Clínicas da FMUSP]]></category>

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		<description><![CDATA[Hospital das Clínicas recebe 60 casos de câncer de pênis por ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Patologia pouco comentada no Brasil, o câncer de pênis representa, hoje, 2% dos tumores que atingem os homens, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia. Associada a maus hábitos de higiene, a doença é bastante invasiva e alcança índices alarmantes nas regiões norte e nordeste brasileiras, onde chega perto de 10% do total de tumores masculinos. Segundo o urologista Alexandre Crippa, do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, em alguns países subdesenvolvidos a incidência é ainda maior, afetando principalmente homens a partir dos 30 anos.</p>
<p>O Hospital das Clínicas recebe cerca de 60 pacientes com câncer de pênis por ano, de vários estados brasileiros. Desse total, em 80% dos casos há necessidade de amputação do membro. O número é preocupante pela gravidade e complexidade em que os casos chegam até o hospital, todos com urgência cirúrgica.</p>
<p>Os sintomas são facilmente caracterizados, por parecer com uma úlcera e formar feridas na no pênis. É aí que está o perigo. “A maioria dos pacientes não acredita que isso possa ser um câncer e demora a procurar ajuda médica, prejudicando o tratamento e a cura”, informa.</p>
<p>Alexandre Crippa destaca que muitos optam pela automedicação. “O paciente pede ajuda a farmacêuticos e muitas vezes tratam com antibióticos e pomadas, por confundir os sintomas com os de doenças sexualmente transmissíveis. Somente quando a medicação não faz efeito e os sintomas se agravam é que a pessoa procura ajuda médica”, conta.</p>
<p>O urologista sinaliza que a fimose pode ser um fator de risco para a consolidação da doença, pois dificulta a higienização do pênis. “O rapaz que tem fimose sente dificuldades na limpeza e isso faz com que ele sofra agressões químicas. Ao longo do tempo, surgem micro-traumas que podem desencadear o câncer”, alerta.</p>
<p><strong>Doença invasiva</strong><br />
O tratamento, geralmente, é feito por meio de cirurgia, pois o câncer avança de maneira rápida e causa traumas que somente a intervenção cirúrgica pode reparar a tempo. O especialista acrescenta que, em muitos casos, a doença apresenta-se em estágio avançado, o que torna necessária a amputação total do órgão sexual. Se tratado a tempo, o paciente sofre danos menores, que não o impedirão de ter uma vida sexual ativa.</p>
<p>Segundo Crippa, devido ao seu caráter de mutilação, o diagnóstico precoce é fundamental, pois evita grande parte do sofrimento e seqüelas no paciente. A prevenção do câncer é simples. Basta estar atento à higiene comum, do dia-dia. “É necessária uma limpeza diária com água e sabão e com maior cuidado na região da glande”, completa.</p>
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		<title>Diálise de Agudos do Instituto Central do HC duplica atendimento</title>
		<link>http://hctv.com.br/dialise-de-agudos-do-instituto-central-do-hc-duplica-atendimento/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece no HC]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hemodiálise]]></category>
		<category><![CDATA[Insuficiência renal]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Yu]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento dialítico]]></category>

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		<description><![CDATA[Obras de ampliação e aquisição de máquinas beneficiarão pacientes renais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, duplicará a capacidade de realizar diálise em pacientes internados ou em atendimento de emergência.</p>
<p>No próximo dia 17 de agosto, terça-feira, o hospital irá inaugurar a ampliação da Unidade de Hemodiálise de Agudos, que passará a atender 24 pacientes por dia, em quatro turnos.</p>
<p>A expansão da área e a aquisição de mais três máquinas convencionais, totalizando seis, deverão suprir a demanda atual, garantir mais conforto aos pacientes com insuficiência renal e eliminar o quinto turno de diálise, adotado para atender a procura dos doentes que necessitam de tratamento dialítico.</p>
<p>Segundo o Dr. Luis Yu, responsável pela área, a grande demanda exigiu o funcionamento ininterrupto da unidade, acarretando sobrecarga de trabalho e desgaste acentuado dos equipamentos.</p>
<p>Somente em 2009, foram realizadas mais de 500 hemodiálises por mês na unidade, inclusive durante a madrugada. Além disso, o setor efetuou mais de 250 procedimentos hemodialíticos mensais, nas diversas UTIs do Instituto Central.</p>
<p>Com a reestruturação da área e duplicação das máquinas de hemodiálise, a unidade terá condições de atender aos pacientes, em quatro turnos, destinando o quinto turno apenas para as emergências.</p>
<p>A Unidade de Agudos presta assistência a pacientes que, por alguma razão, perderam subitamente a função renal e precisam fazer diálise para que tenham possibilidades de recuperação e também aos pacientes renais crônicos que não se encontram em programa de diálise.</p>
<p>Para as melhorias, o hospital investiu 272 mil reais, aproximadamente, com a compra de equipamentos e reforma, que incluiu obras de revitalização, troca da parte hidráulica e elétrica, revisão de sistema de filtros de água e de ar-condicionado e adequação da rede de tratamento de água por osmose.</p>
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		<title>Poluição do ar pode causar infertilidade masculina</title>
		<link>http://hctv.com.br/poluicao-do-ar-pode-causar-infertilidade-masculina/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 20:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
		<category><![CDATA[Esperma]]></category>
		<category><![CDATA[Infertilidade masculina]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Hallak]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas que trabalham em grandes vias públicas têm esperma de qualidade inferior até mesmo que homens inférteis.

É uma das conclusões do estudo desenvolvido pelo urologista Jorge Hallak, coordenador da Unidade de Toxicologia Reprodutiva e de Andrologia do Hospital das Clinicas da FMUSP.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os futuros papais têm de repensar o estilo de vida se quiserem garantir a perpetuação familiar, principalmente se morarem em cidades grandes. Segundo estudo do urologista Jorge Hallak, coordenador da Unidade de Toxicologia Reprodutiva e de Andrologia do Hospital das Clinicas da FMUSP, ligada à Secretaria de Estado da Saúde, a poluição é uma das causas modernas de infertilidade masculina. O levantamento foi feito com 748 trabalhadores que inalaram o ar de grandes vias públicas, como motoristas de ônibus e táxi, e o resultado foi surpreendente: “Aqueles que respiram muita poluição têm uma maior concentração de radicais livres no sangue, o que causa um esperma de qualidade inferior até mesmo ao de homens inférteis”, relata o especialista. Os números mostram que dos 748 pesquisados, 500 apresentaram algum tipo de alteração na fertilidade.</p>
<p>A explicação está no combustível que os automóveis brasileiros usam. “Existe uma grande quantidade de metais pesados na gasolina nacional, o que afeta diretamente o organismo”, ressalta o urologista. Segundo Hallak, a solução em curto prazo é paliativa: “uso de máscaras com filtros já evitaria boa parte do problema”, garante.</p>
<p>Hoje, 15% da população masculina mundial é infértil, taxa maior que a infertilidade feminina. Além da poluição outros fatores podem causar a deficiência, entre eles o estresse, tabagismo, obesidade, sedentarismo e uso de anabolizantes.</p>
<p>A boa noticia é que dois terços dos casos de infertilidade masculina podem ser revertidos se forem bem diagnosticados e tratados. “Os homens têm de perder a cultura machista que se instalou no país e frequentar o urologista assim como as mulheres procuram seus ginecologistas”, aconselha o médico, que ainda completa: “os tratamentos são simples e rápidos, mas é preciso que os hábitos ruins fiquem no passado”, finaliza.</p>
<p><em>(Fonte: Agência HC de Notícias)</em></p>
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