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	<title>HCTV &#187; H1N1</title>
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	<description>Conhecimento traz saúde - TV do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - HC-FMUSP</description>
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		<title>Seminário sobre H1N1 para estudantes e profissionais de saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 22:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece no HC]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicina Preventiva e Social]]></category>
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		<category><![CDATA[H1N1]]></category>

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		<description><![CDATA[Este evento é gratuito e destinado a estudantes de pós-graduação e graduação em enfermagem e profissionais da área da saúde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Escola de Enfermagem da USP promove, no dia 17 de junho de 2010, o Seminário Internacional sobre H1N1: Epidemiologia e Repercussões Sociais na Prevenção, Controle e Tratamento.<br />
Inscrições pode ser feitas no de 17 de maio a 16 de junho de 2010, enquanto houver vagas.<br />
O evento conta com a paticipação da Disciplina Tópicos Avançados em Investigação e Ações Governamentais na Área de Controle e Prevenção de Infecção Adquirida em Serviços de Saúde, do Programa de Pós-Graduação na Saúde do Adulto (Proesa) da Escola de Enfermagem da USP e Disciplina Biossegurança e a Prática da Enfermagem, do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da USP (PPGE).</p>
<p>O seminário é gratuito e dirigido para estudantes de pós-graduação e graduação em enfermagem e profissionais da área da saúde.</p>
<p><strong>Programação e informações sobre inscrição:</strong><br />
http://www.ee.usp.br/evento/2010/sem_int_h1n1.asp</p>
<p>Serviço de Cultura e Extensão Universitária<br />
Escola de Enfermagem da USP<br />
Tel/Fax: (11) 3061-7531<br />
www.ee.usp.br</p>
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		<title>H1N1: MS prorroga segunda etapa da campanha de vacinação</title>
		<link>http://hctv.com.br/ms-prorroga-segunda-etapa-da-campanha-de-vacinacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 21:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joás Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Gripe Suína]]></category>
		<category><![CDATA[H1N1]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos e doentes crônicos podem ser vacinados até 23 de abril, juntamente com jovens de 20 a 29 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde irá prorrogar a vacinação de grávidas, doentes crônicos (exceto idosos) e crianças de seis meses e menores de dois anos contra a gripe H1N1 até o dia 23 de abril. Em virtude do feriado desta sexta-feira (2), a segunda etapa, que terminaria amanhã, deverá continuar ao longo da próxima fase, que começa na segunda-feira (5), e imunizará também os jovens saudáveis entre 20 e 29 anos. Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por definir e divulgar os locais e horários de vacinação.</p>
<p>A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 80% do público-alvo de 20 a 29 anos, formado por 35,1 milhões de pessoas. Essa faixa etária foi a que teve o maior número proporcional de casos de doença respiratória grave causada pelo novo vírus no ano passado: 24% do total de 44.544 casos, em todo o país. O grupo também concentrou 20% das mortes ocorridas em 2009 (ao todo, foram 2.051).</p>
<p>Com a prorrogação da segunda fase até 23 de abril, todas as grávidas, independentemente do período de gestação, que ainda não se vacinaram, devem tomar a vacina. As mulheres que engravidarem após o fim da terceira etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Não é necessário apresentar atestado médico para comprovar a gravidez.</p>
<p>Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês de seis meses a menores de dois anos. É muito importante levar o cartão de vacinação das crianças. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 2 de abril, também poderá ser vacinada normalmente.</p>
<p>Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos (veja lista abaixo). Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Também não é preciso levar atestado médico comprovando a doença crônica.</p>
<p>Os idosos com doenças crônicas devem aguardar. A população com mais de 60 anos terá uma etapa exclusiva, entre os dias 24 de abril e 7 de maio, juntamente com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra gripe comum. Nesse período, todos os idosos serão imunizados contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, serão vacinados também contra a gripe pandêmica. Assim, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez.</p>
<p>ETAPAS DE VACINAÇÃO – A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos (veja cronograma abaixo). Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos pelo Ministério da Saúde em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios. Os critérios para definição dos públicos prioritários levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.</p>
<p>A OMS recomendou a imunização de quatro grupos: trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de seis meses a menos de dois anos e adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.  Ao todo o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.</p>
<p>___________________________________________________</p>
<p>DOENÇAS CRÔNICAS PARA VACINAÇÃO</p>
<p>Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações<br />
• Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:<br />
• crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;<br />
• criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;<br />
• adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40<br />
• Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar)<br />
• Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia)<br />
• Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)<br />
• Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas<br />
• Pessoas com diabetes<br />
• Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses)<br />
• Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral<br />
• Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise<br />
• Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias<br />
• Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki)<br />
• Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca<br />
• Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:<br />
• Hipertensão arterial pulmonar<br />
• Valvulopatia<br />
• Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40)<br />
• Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40<br />
• Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas<br />
• Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea<br />
• Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva)<br />
• Pessoas com pericardiopatias.</p>
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		<title>Adulto jovem: alvo da Gripe A</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 22:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecer Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Infectologia]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe Suína]]></category>
		<category><![CDATA[H1N1]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza A]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cláudia Stockler]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde (OMS)]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde do Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[A gripe Influenza A (H1N1), de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, deverá afetar mais os países com alta taxa de urbanização e, entre as mortes provocadas, 40% serão de indivíduos adultos jovens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe Influenza A (H1N1), de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, deverá afetar mais os países com alta taxa de urbanização e, entre as mortes provocadas, 40% serão de indivíduos adultos jovens.</p>
<p>A explicação para isso, segundo a infectologista <em>Maria Cláudia Stockler</em>, do HC-FMUSP, é que os mais idosos, provavelmente, já tiveram contato com algum tipo de vírus parecido com o da gripe atual e, portanto, já devem ter desenvolvido defesas de proteção.</p>
<p>Uma pessoa que se enquadra no grupo de risco apontado pela pesquisa, quando estiver gripada, deve ficar atenta aos sintomas. Se tiver febre intensa, com muito mal estar, prostração e dificuldade respiratória na atividade diária normal, o indicado é procurar uma assistência médica para verificar se é a gripe A.</p>
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